Por que optar pelos orgânicos?
Alimentos orgânicos evitam toxicidade na mesa e no ambiente
Comprar apenas produtos orgânicos e gastar um pouco mais ou optar por alimentos mais baratos, mas produzidos à base de pesticidas e hormônios?
A questão não é fácil de ser respondida, mas o consumidor tem sido cada vez mais tentado pelo aumento da oferta. Hoje é possível encontrar --além de verduras e frutas-- sucos, óleos, carnes, ovos e até cervejas e vinhos orgânicos. Segundo o Instituto Biodinâmico, uma das mais de 20 instituições que certifica esses alimentos no Brasil, o consumo de orgânicos aumenta 30% a cada ano, apesar de o preço ser de 30% a 50% mais caro do que os produtos convencionais.
A produção orgânica preconiza uma filosofia que tem como objetivo final o equilíbrio sustentável do ambiente. No cultivo, estão proibidos os agrotóxicos, adubos químicos e as sementes transgênicas. Os animais são criados sem uso de hormônios de crescimento, anabolizantes ou outras drogas como os antibióticos. "O produtor usa os recursos do ambiente sem alterar suas características", explica Paulo Stringheta, professor de Tecnologia de Alimentos da Universidade de Viçosa (MG).
Mas ainda não existe um consenso sobre as vantagens nutricionais dos orgânicos. Algumas pesquisas, segundo Stringheta, mostraram que a planta orgânica teria um teor vitamínico mais concentrado. "Como ela trabalha de forma estressada, sem a ajuda de substâncias químicas para sua autodefesa, deve produzir mais substâncias antioxidantes", diz.
Para a professora do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Silvia Maria Cozzolino, não é possível afirmar que os orgânicos sejam mais ricos. Aliás, o fato de não conterem agrotóxicos também não os torna a única opção no mercado para quem se preocupa com a saúde. "Uma boa higiene dos vegetais é capaz de retirar os resíduos tóxicos. O risco de uma intoxicação, nesses casos, é mínimo."
Uma pesquisa da Unicamp ilustra ainda mais a importância de lavar bem os alimentos e parece tirar dos morangos o título de vilão das crianças. A professora Maria Cecília Toledo, da Faculdade de Engenharia de Alimentos, constatou que, ao lavar os morangos com água, foi possível retirar 90% dos resíduos de agrotóxico da fruta. Segundo a pesquisadora, casos de intoxicação são raros no Brasil e, quando acontecem, atingem principalmente os agricultores, e não o consumidor. Como ainda não existe um órgão para fiscalizar as certificadoras de alimentos orgânicos, os consumidores precisam dobrar a atenção. "A higienização é fundamental", afirma o nutrólogo Mauro Fisberg, da Unifesp.
Fonte: Folha de São Paulo
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Dieta na Gravidez
Com uma nutrição saudável e equilibrada você garante um bom desenvolvimento de seu bebê, e uma gestação melhor.
A nutrição desempenha um importante papel na gestação. Foi demonstrado através de testes laboratoriais que dietas deficientes causam efeitos prejudiciais tanto à mãe quanto ao feto.
Adicionando Energia à Sua Dieta
Encontrar o requerimento energético ideal é difícil, porque ele está correlacionado com o peso da mulher antes da gravidez, o ganho de peso, período da gestação e a atividade física. De acordo com as Quotas Dietéticas Recomendadas (RDAs) é necessário um adicional de 300Kcal no período da gestação, em especial no segundo e terceiro trimestre.
Adicionando Proteínas à Sua Dieta
Ocorre a necessidade de um adicional protéico para suportar a síntese de tecidos maternal e fetal. É importante compreender que é importante adequar a alimentação em relação a energia e proteína. O crescimento é um processo complexo que requer mais do que um fornecimento adequado de proteínas e energia. Para garantirmos uma gestação saudável, ocorre a necessidade de uma ingestão de vitaminas e minerais dietéticos e/ou suplementados.
Adicionando Vitaminas e Minerais à Sua Dieta
Todas as vitaminas e minerais são de suma importância. Para suprir as nossas necessidades é extremamente importante uma alimentação diversificada incluindo cereais, produtos integrais, oleaginosas, frutas, legumes, verduras, laticínios e carnes nas quantidades recomendadas. Os minerais e as vitaminas possuem funções específicas que garantem a saúde da mãe e o perfeito desenvolvimento fetal.
O que uma gestante deve comer?
Cereais, leguminosas, laticínios, carnes, peixes, hortaliças e frutas não podem faltar no prato da futura mamãe, confira as vantagens de cada um deles:
Carnes magras, aves e peixes
Vitaminas do complexo B, ferro e especialmente proteínas – todos essenciais para o desenvolvimento do feto – são encontrados nesses alimentos.
Leguminosas (feijão, grão-de-bico e soja)
Contêm ferro, um nutriente que reduz os riscos de anemia e, por isso mesmo, não pode ficar ausente do cardápio das grávidas.
Laticínios (leite, queijo e iogurte)
São excelentes fontes de proteína e também de cálcio, um mineral que contribui para a formação dos ossos e dentes do bebê.
Grãos e cereais (pães, arroz, aveia e massas)
Alimentos preparados com farinhas de trigo e milho são uma boa pedida, pois elas são enriquecidas com ácido fólico, uma vitamina que previne defeitos congênitos, principalmente no cérebro e na medula espinhal.
Hortaliças
Tomate, ervilha e brócolis são também fontes de ácido fólico, a vitamina do complexo B que previne a malformação do tubo neural, que afeta o cérebro e a medula espinhal da criança.
Frutas
São ricas em fibras, por isso ajudam a regular o trabalho do intestino e previnem a obstipação durante a gravidez.
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Ao invés de utilizar panelas de teflon ou potes plásticos revestidos, invista em um conjunto de aço inoxidável ou panelas de ferro fundido. As panelas de ferro fundido são conhecidas por sua durabilidade e aquecimento. Ao contrário dos metais que podem descamar, a panela de ferro é considerada um aditivo para os alimentos em vez de ser prejudicial.
Não utilize recipientes ou panelas de alumínio. O aço inoxidável ou as panelas de cerâmica são mais duradouras além de serem alternativas saudáveis. Alimentos ácidos, como o tomate, podem absorver o alumínio da panela, especialmente se a panela estiver muito desgastada. Além disso, a produção de aço inoxidável e da panela de cerâmica são menos agressivos para o meio ambiente.
Substitua os recipientes de plástico para os de aço inoxidável, que você possa reutilizar várias vezes. Ao invés de usar recipientes de plástico para aquecimento de alimentos, ou mesmo para armazenar alimentos quentes, use versões de cerâmica ou de vidro.
Interessante também substituir embalagens plásticas para pães, por embalagens de papel marrom, feitos especialmente para reduzir o uso do plástico na cozinha!
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Tamanho da porção e consumo alimentar
Aumento do tamanho do copo da starbucks. Agora eles tem um copo chamado TRENTA de 916ml. O volume total do copo é maior que o volume do estômago.
Diversos estudos mostram que é difícil comer apenas a porção adequada de alimento se ainda tiver comida extra no prato. Assim, quanto maior a porção maior o estímulo ao consumo exagerado.
Um estudo publicado este ano em um jornal Ingles (Int J Obes (Lond). 2011) avaliou a diminuição da porção do prato quente oferecido em 25 lanchonetes. Os autores queriam descobrir se com a diminuição das porções as pessoas comeriam menos ou seriam estimuladas a comprar mais alimentos (visto que o preço do prato também diminuiu e assim sobraria mais dinheiro).
Os resultados mostraram que uma parcela significativa de comensais substituiu suas refeições anteriores por porções menores sem aumentar o consumo de outros alimentos (estando, portanto saciados!).
Assim, que tal diminuir o tamanho das suas porções e avaliar sua saciedade?
Quando você vai ao cinema, come toda a porção "mega-super-gigante" de pipoca porque você gosta muito de pipoca ou, porque é um hábito e, distraída com o filme, só para de comer quando vê o final do saquinho? Pense nisso...
Int J Obes (Lond). 2011) Jan 11. Small portion sizes in worksite cafeterias: do they help consumers to reduce their food intake?

Brasileiros consomem o dobro do sódio indicado pela OMS
Segundo pesquisa realizada na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e publicada na Revista de Saúde Pública, o consumo diário de sódio pela população brasileira está duas vezes e meia acima do limite previsto pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O vilão é o tempero adicionado à comida, o que inclui o sal de cozinha e condimentos feitos à base de sal, que correspondem 76% de todo o sódio consumido. Eles apontam que a quantidade diária disponível para consumo é de 4,5 g por pessoa, sendo que a ingestão máxima recomendada pela OMS é de 2 g. Para reduzir o consumo de sódio, evite alimentos industrializados e não salgue a comida depois de preparada.
ALCACHOFRA
É rica em antocianina (flavonóide antioxidante), um tipo de pigmento ligado à presença da vitamina B1 que é imprescindível para a transformação dos carboidratos e outros nutrientes que ingerimos em energia. O consumo deste nutriente favorece o aumento da disposição mental e a manutenção do funcionamento do sistema nervoso, dos músculos e do coração.
Possui nutrientes prebióticos, que aumentam a biodisponibilidade de cálcio no nosso organismo, prevenindo a osteoporose e também auxiliam no trânsito intestinal, servindo de alimento para as bactérias benéficas presentes em nossa flora intestinal.
Ela também ajuda a reduzir a retenção de líquidos e a sensação de inchaço.
Há duas opções de consumo: o alimento in natura ou em forma de cápsulas do seu extrato seco.
E tem mais! O chá de alcachofra é um poderoso protetor hepático, pois possui um fitoquímico chamado silimarina que ajuda na desintoxicação, principalmente no fígado, ajuda no emagrecimento e na redução do colesterol. Para que os benefícios sejam notados, o consumo de chá deve ser regular pelo período mínimo de três meses.
Faça do alimento o seu remédio!
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A Dra. Fabíola Estela Domingues é nutricionista especialista em Nutrição Clínica Funcional e Nutrição Clínica em Pediatria pela Faculdade de Medicina da USP, e membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional.
O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE
Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente.
Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.
20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina.
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).
40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente sanguínea.
Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonturas.
45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como com a heroína.)
50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo.
As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas da OSTEOPOROSE.
60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina.
Agora é garantido que colocará para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam...
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar.
Ficará irritadiço.
Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.
Pense nisso antes de beber refrigerante.
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão!
Seu corpo agradece!
Fonte: http://www.denisecarreiro.blogger.com.br/
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Suco Desintoxicante e Diurético
½ cenoura
1 folha de couve
1 fatia de abacaxi
1 colher de sopa de broto de alfafa
Folhas de hortelã
½ copo de água
Bater no liquidificador, coar e beber em jejum.
ALIMENTAÇÃO x GRIPE
Alimentar-se bem ajuda a prevenir gripes e resfriados. Existem alimentos que possuem nutrientes capazes de aumentar a imunidade do organismo criando defesas orgânicas, como cereais integrais (zinco), castanha do Pará, soja (arginina), carnes (glutamina), peixes - como salmão, atum, sardinha e semente de linhaça (ômega 3).
Se a pessoa já estiver gripada ou resfriada há também alimentos que ajudam a amenizar os sintomas. A famosa canja de galinha, por exemplo, colabora na recuperação, uma vez que une o calor, que colabora na movimentação do muco, e um aminoácido chamado cisteína, encontrado na carne da galinha, que torna o muco menos espesso, o que ajuda a desobstruir os pulmões.
Outros alimentos importantes na hora de combater a gripe e o resfriado são o alho, que destrói alguns vírus da gripe e é considerado ótimo antioxidante; a mostarda e a pimenta, que possuem substâncias químicas que dissolvem as secreções e descongestionam as vias aéreas, sendo empregadas também no tratamento da asma.
Ervas e plantas como salsa, malva, eucalipto, gengibre e guaco para serem usadas em chás, inalações e gargarejos também amenizam os sintomas de gripes e resfriados, como nariz entupido, irritação, inflamação de garganta e tosses.
Trate a Síndrome dos Ovários Policísticos com nutrição funcional
A Síndrome dos Ovários Policísticos é uma desordem complexa e multigênica, que afeta grande parte das mulheres, principalmente as em idade reprodutiva. Na maioria dos casos, pode causar infertilidade por anovulação, ou fazer com que a mulher tenha maior risco de ter diabetes, doenças vasculares, câncer do endométrio e ser obesa, além da comum resistência a insulina.
A melhor maneira para controlar os sintomas da doença é ter uma alimentação balanceada e feita de acordo com as necessidades do organismo da paciente. O tratamento nutricional funcional auxilia na prevenção de patologias associadas à síndrome e ajudam a restabelecer o equilíbrio bioquímico do organismo da mulher, sempre levando em consideração a individualidade de cada uma.
Uma dieta com baixa ingestão de gorduras saturadas, rica em fibras e em alimentos antioxidantes e com baixo índice glicêmico, é uma ótima escolha para as pacientes. Esse tipo de alimentação, em curto prazo, reduz os sintomas, e em longo prazo diminui as chances da mulher ter as doenças ligadas à sensibilidade a insulina.
Uma alternativa para as que possuem essa sensibilidade é uma suplementação com micronutrientes e substâncias naturais ao organismo, pois fazem com que resistência diminua.
A Dra. Fabíola Domingues, nutricionista funcional, pode explicar melhor como os alimentos ajudam na prevenção e tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos.
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Síndrome do olho seco e ômega 3 (óleo de peixe)
A síndrome do olho seco costuma afetar a qualidade e a quantidade de lágrimas que normalmente lubrificam o olho, permitindo seu funcionamento normal. Quando não tratada, a doença é capaz de alterar a qualidade de vida, apresentando sintomas de ressecamento e flutuação da visão.
Um dos tratamentos adequados é baseado na suplementação com cápsulas de Ômega3 (óleo de peixe). Os ácidos graxos, como o Ômega3, são considerados essenciais por não serem metabolizados pelas células. Nos Estados Unidos, sabe-se que cerca de 90% da população apresenta deficiência do Ômega3. No Brasil, estima-se que a situação seja semelhante, sendo que as mulheres são mais afetadas pela disfunção do que os homens.
Pesquisa realizada com mais de 32 mil americanos, desenvolvida por pesquisadores da Harvard Medical School, demonstrou a eficiência da suplementação alimentar com Ômega3 para diminuir a incidência da síndrome do olho seco.
Normalmente, os pacientes também se beneficiam com o uso de lágrimas artificiais ou plugs lacrimais (pequenas estruturas de silicone que diminuem a drenagem normal da lágrima produzida, aumentando o tempo de contato com a superfície).
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Castanha, noz e peixe previnem Alzheimer
Uma alimentação rica em frutos oleaginosos como castanhas, nozes e amêndoas, combinada com peixes e legumes, diminui as chances de que uma pessoa desenvolva Alzheimer, segundo um estudo publicado na revista científica Archives of Neurology.
A alimentação pode diminuir ou aumentar o risco de desenvolver a doença.
Azeite extra virgem
Além de dar sabor à comida, o azeite também pode proteger contra câncer de mama. Os cientistas da Chicago’s Northwestern University Feinberg School of Medicine dizem que o ácido oléico gera defesas contra um gene conhecido por provocar o câncer da mama.
Café
Pesquisa desenvolvida na Universidade Sueca, Lund and Malmo, considera que tomar de duas a três xícaras de café por dia pode diminuir o risco de câncer de mama, alterando o metabolismo estrógeno, conhecido por causar a doença. A cafeína também tem sido comprovada para reprimir o crescimento de células cancerosas.
Chá verde
Um antioxidante encontrado no chá verde é conhecido por proteger as células do envelhecimento prematuro e danos em geral. Um novo estudo da Universidade de Mississippi, Medical Center, revela que a substância reduz muito o avanço do câncer de mama em ratos, impedindo o crescimento de vasos sanguíneos nos tumores e prevenindo a migração ou multiplicação de células cancerosas.
Fast food
O famoso fast food não se limita a engordar, ele também pode duplicar a chance de contrair câncer da mama. De acordo com nova pesquisa publicada no American Journal of Epidemiology. Cientistas franceses descobriram que as mulheres com níveis mais altos de ácidos graxos trans em seus organismos, têm quase duas vezes mais chances de contrair a doença.
Vitamina D
Estudos do German Cancer Research Center, em Heidelberg e a Universidade Hospitals em Hamburg-Eppendorf, dizem que a vitamina D previne o câncer de mama evitando o seu crescimento por causa dos efeitos do estrogênio. A vitamina D pode ser obtida pela exposição aos raios solares, ou em alimentos como salmão, atum e ovos.
Vinho tinto
Novas pesquisas sugerem que o vinho tinto pode proteger contra câncer de mama. Segundo os cientistas da Universidade de Nebraska, o resveratrol, composto encontrado em uvas vermelhas e vinho tinto, interrompe o desenvolvimento de células anormais que podem resultar em câncer de mama.
Uma dieta balanceada ajuda em muitos aspectos da nossa vida!
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